Legiao Urbana - Dois

1. Daniel na cova dos leões
(Renato Rocha - Renato Russo)
2. Quase sem querer
(Lobos - Renato Rocha - Renato Russo)
3. Acrilic on canvas
(Lobos - Renato Rocha - Renato Russo)
4. Eduardo e Mônica
(Renato Russo)
5. Central do Brasil
(Renato Russo)
6. Tempo perdido
(Renato Russo)
7. Metrópole
(Renato Russo)
8. Plantas embaixo do aquário
(Lobos - Renato Rocha - Renato Russo - Marcelo Bonfá)
9. Música urbana
(Renato Russo)
10. Andrea Doria
(Lobos - Renato Russo - Marcelo Bonfá)
11. Fábrica
(Renato Russo)
12. Índios
(Renato Russo)
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Andarilho - Festival de Cinema de Maringá
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Sempre achei Glauber Rocha um saco, mas ao que me parece, seus seguidores conseguem ser mais chatos que ele, não sei como, mais conseguem. Agora a tarde fui no Festival de Cinema de Maringá, na maior boa vontade. Então começa o filme, aparece um andarilho fumando um e falando um monte de besteira, desprezível cena, depois o filme corta e começa a mostrar uma cena de uma estrada interminável, talvez seja para o espectador refletir, ou melhor, começar a pegar no sono. Logo em seguida, o filme mostra outro andarilho, e este começa a andar por outra rua e só... a camera para e fica mostrando o cara andando e os carros passando, e passando e passando, de forma irritante e interminável... nisso você já quer pegar o diretor na porrada.
Se isso for arte, se isto for cinema, me explica onde ele se encontra, porque eu não consigo ver, gostaria até de ver, mas pra mim, isso é coisa de playboy intelectualóide, que faz faculdade de cinema, com a sua influência política, consegue dinheiro público e filma uma porcaria qualquer, o filme já fica pago mesmo, o governo não vai pegar o recurso de volta e não exige alguma prestração de conta ou necessidade de a produção gerar o minimo de lucro possível, então o cara viaja na maionese. Que fique bem claro, é óbvio que o Estado tem que financiar a cultura do nosso país, mas isto tem que ter um pouco mais de controle. No filme de ontem por exemplo, "A festa da menina morta", há uma cena onde o diretor gravou uma pia de cozinha pingando água, nisso apareceu uma mosca, que por acaso se molhou e não conseguia mais voar, ficando presa no lugar, então qual a brilhante idéia do diretor, filmar a coitada da mosca, se esgoelando para fugir da pia...ooohhhhh... cena linda... Mas se você critica, na realidade é você que não consegue compreender a mensagem do filme, "sua mente está permeada de valores do cinema norte america e não consegue abstrair um filme que foge a esta lógica".
Traduzindo, agora você é o burro!!! sério e tem muito cineasta mediocre que pensa assim... e desta forma caminha um segmento do cinema nacional, fazendo filmes imbecis tal como este, com aura de intelectual, para ninguém assistir, sugando recursos que poderiam ser gastos para produções melhores, mais palatáveis e influentes. Se a intenção era chocar, mostrar a realidade dos andarilhos do Brasil, existia uma infinidade de alternativas de como abordar o assunto e de modo que chega-se a um número muito maior de espectadores.
Legião Urbana - Que país é este?

Que País É Este? - Legião Urbana
02 Conexão Amazônica
03 Tédio (Com Um T Bem Grande Pra Você)
04 Depois Do Começo
05 Química
06 Eu Sei
07 Faroeste Caboclo
08 Angra Dos Reis
09 Mais Do Mesmo
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Festival de Cinema de Maringá: Programação 03/04
Começa hoje, confira as atrações!
Horário Título Categoria
18h - Curta Digital ? Amor. Amor! Amor? Ficção
18h20 - Curta Digital A Ilha Animação
18h30 - Curta Digital A Tal Guerreira Documentário
18h45 - Curta Digital Depois do Jantar Ficção
18h55 - Curta Digital Lolô S.A Documentário
19h10 - Curta Digital Oscar Documentário
19h25 - Curta 35mm Blackout Ficção
19h40 - Curta 35mm Com as Próprias Mãos Ficção
19h55 - Curta 35mm Cortejo Ficção
20h15 - Longa A Festa da Menina Morta Ficção
Piada
Você sabe porque os livros de Matemática estão sempre tristes e deprimidos?
É porque eles estão cheios de problemas... =]
Pearl Jam - Mosh de Eddie Veder
Festival de Cinema de Maringá começa nesta sexta
O tradicional Festival de Cinema de Maringá começa nesta sexta feira e vai até o dia 10 de julho, desta vez em novo palo, ao invés do Aspen Park, agora o evento será realizado na Universidade Estadual de Maringá.UEM se prepara para receber o Festival de Cinema
O Festival de Cinema de Maringá está de casa nova. O palco para a sexta edição do evento, que começa nesta sexta-feira, dia 3, e segue até 10 de julho, é Universidade Estadual de Maringá. Duas grandes tendas estão sendo montadas no estacionamento do Restaurante Universitário, uma para exibição da mostra competitiva e outro para debates e palestras. A UEM ainda cedeu outro espaço para a mostra paralela e oficinas de cinema, que serão realizados no anfiteatro do Bloco H-35.
O Festival, que este ano homenageia Carmem Miranda, pelo seu centenário de nascimento, foi criado como um espaço de difusão de filmes nacionais que estão foram dos circuitos tradicionais de exibição e de mídia e, por isso mesmo, sequer chegam às locadoras.
Mas os objetivos vão além, explica Pery de Canti, cineasta e coordenador da mostra, lembrando que uma vocação importante do Festival é criar novos espaços culturais longe dos grandes centros urbanos. “A mostra tem possibilitado que o público local tenha contato com o universo de produção do cinema nacional, englobando arte e técnica”, diz.
Ele lembra que a programação do evento conta com a oferta de oficinas de montagem e edição, roteiro, direção de fotografia, oficina de animação. E ainda um seminário de cinema. O trabalho final dos participantes será um curta metragem, com exibição no último dia do festival.
Cada oficina oferece 30 vagas. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até esta quinta-feira pelo site www.festcinemaringa.com.br. Neste endereço os interessados também podem conferir a programação do evento.
Para o diretor de Cultura da UEM, professor Rivail Rolim, a expectativa da Universidade para a realização desse Festival é boa. “Acreditamos que a facilidade de acesso vai motivar alunos, professores e servidores técnicos a participarem das atividades”, disse ele. Otimista com o evento, o Rolim espera que experiência seja um sucesso e o Festival passe a integrar a agenda permanente de cultura da Universidade.
Na condição de professor e de diretor de cultura da Universidade, ele valoriza esses espaços de sociabilidade à medida que eles contribuem para a formação plena do acadêmico, não importa sua área de atuação. “A atual Diretoria de Cultura vem procurando manter e ampliar uma agenda permanente com bons espetáculos e eventos. O Festival é um importante passo nessa direção. Nosso próximo desafio será fazer com que essa agenda se consolide”, opinou. Rolim também destaca que a decisão de ceder os espaços para realização do Festival foi tomada com total responsabilidade, afinal o evento já entrou na sua sexta edição e, portanto, está consolidado na cidade. O melhor é que o apoio não gerou custos para a Universidade.
“O Festival de Cinema de Maringá já é o terceiro mais importante da região Sul. E já entramos no relatório anual do Ministério da Cultura como um dos principais festivais do Sul do país”, destaca Canti, lembrando que as edições anteriores eram realizadas as salas de cinema dos shoppings da cidade. O organizador destaca que no formato do Festival o papel público vai além do de espectador. Todas as categorias, artística e técnica, para longas e curtas-metragens em 35 mm, bem como para curtas-metragens em plataforma digital, passam pela votação popular e não por uma comissão de notáveis. Ele também lembra que a entrada para todas as sessões da mostra é gratuita.
Sobre a homenagem a Carmem Miranda, Canti adianta que no local será montada uma exposição, que tem curadoria do Museu da Imagem e do Som do Paraná, com fotos e cartazes sobre a pequena notável. Além da exibição de clássicos estrelados pela atriz e cantora, que mesmo não sendo brasileira genuína (nasceu em Portugal e mudou-se para o Rio de Janeiro ainda criança) muito fez pela cultura do nosso país, projetando o nome do Brasil nos Estados Unidos e no resto do mundo a partir da década de 30.
CNE aprova proposta de mudanças curriculares
Portal MEC - Maria Clara Machado | 1.7.2009 | 11h25
“Esperamos que essa proposta seja acompanhada e avaliada e possa se tornar uma política universal”, disse a secretária de educação básica do Ministério da Educação, Maria do Pilar Lacerda. De acordo com ela, a intenção é que o programa seja estendido e que todas as escolas que oferecem ensino médio possam adotar as mudanças curriculares debatidas. “Nossa intenção não é ter escolas modelos, mas que todas possam oferecer ensino de mais qualidade”, completou o coordenador- geral do ensino médio da Secretaria de Educação Básica, Carlos Artexes Simões.
Pela proposta, o ministério financiará projetos de escolas públicas que privilegiem, entre outras mudanças, um currículo interdisciplinar e flexível para o ensino médio. A intenção é que a atual estrutura curricular – organizada em disciplinas fragmentadas – seja substituída pela organização dos conteúdos em quatro eixos: trabalho, ciência, tecnologia e cultura, a fim de promover um maior diálogo entre as disciplinas para que os conteúdos ensinados ganhem maior relação com o cotidiano e façam mais sentido para os alunos. Outra mudança a ser estimulada é a flexibilidade do currículo: 20% da grade curricular deve ser escolhida pelo aluno.
O texto também prevê o aumento da carga horária mínima do ensino médio – de 2,4 mil horas anuais para 3 mil – além do foco na leitura, que deve perpassar todos os campos do conhecimento. A proposta ainda estimula experiências que instiguem a participação social dos alunos, além do desenvolvimento de atividades culturais, esportivas e de preparação para o mundo do trabalho.
Segundo Artexes, a partir das recomendações do CNE à proposta, o ministério terá condições de organizar o programa e apresentá-lo aos estados e ao Distrito Federal. “Nos próximos 40 dias, o ministério definirá o volume de recursos disponível para o programa e a forma de financiamento, se diretamente à escola ou se por meio de convênio com as secretarias estaduais”, afirmou.
*
Agora traduzindo tudo isso, mas uma proposta que não vai dar certo e que vai dar muita dor de cabeça aos professores, a única coisa importante da proposta é algo que já deveria existir a muito tempo, que são seis aulas e não cinco por dia... algo que ocorre nas escolas particulares há anos...
Corinthians Campeão da Copa do Brasil 2009
Cascadura - No escuro da capela
Fechou portas e janelas,
No escuro da capela, ele se ajoelhou
Salmodiava em pranto
Sempre se perguntando onde foi que errou
O cobre no rabo de um touro
Lhe rasgava o couro, o amor seu coração
Sempre que lembrava dela
Aumentava o volume da voz em oração
Ele um jovem ordenado
De discurso inflamado, pleno em fé e razão
Veio cuidar desse rebanho
Pequeno em tamanho, grande em devoção
Ela, moça ‘inda donzela,
Como poucas tão bela, mas de anel na mão
Era a doçura condensada
Em carne bem formada e olhos de clarão
A leva consigo onde quer que ele vá
Se Deus é o amor, quem é que vai lhe salvar?
Aos domingos, nem bem o sol raiava,
Ela se aproximava, pedindo confissão
Ele ouvia e não olhava
Mas a voz que falava o tomava em distração
Bem depois que ela partia
Seu coro o traía, enfim era paixão
Deu-se a prazeres solitários:
“Meu Deus, sou um vigário, rogo por teu perdão...”
A leva consigo onde quer que ele vá
Se Deus é o amor, quem é que vai lhe salvar?
No dia do padroeiro o arraial inteiro, alegre, celebrou
Missa, procissão e festa, jogos, fogos, seresta,
A noite enveredou,
Mas quando tarde já ia, ele na sacristia,
Claro vulto notou, era ela em sua beleza,
Mostrando a natureza que até ali a levou
“Esse amor que te consome, também arde em mim, breve eu serei de um outro homem, não sou feliz”
Acordou no chão gelado,
A procurou do lado e não a encontrou
Vestiu o hábito apressado, sentou-se envergonhado
Sorriu, gritou, chorou
Ainda era madrugada, seu peito uma chaga, ele se levantou
Fechou portas e janelas, no escuro da capela, ele se ajoelhou
*
Censura
Paulo ditador, já desconfiava...
Prision Break
Acabei de assistir o episódio final, grande série, acabou no momento certo, no auge. A Sara acabou morrendo no final... =]É pena, mas os seriados legais um dia tem um fim, é a vida, aconteceu com Arquivo X, ano que vem com o LOST, e agora com Prision Break, mas ficamos na expectativa de que surjam mais seriados com o nível de deste, e que ele não demore muito a aparecer.
Resumo congresso de Sociologia e Política UFPR
Para quem se interessa pelo que ando escrevendo, disponibilizo abaixo o resumo de um texto sobre a interpretação dos rituais cineclubistas que irei apresentar no congresso de Sociologia e Política em setembro na UFPR
Interpretando os símbolos do ritual cineclubista
Nesta comunicação analiso o cineclubismo enquanto prática social, cultural e política, descrevendo como funcionam suas diversas formas de organização e quais os símbolos que orientam sua atuação, utilizando o modelo interpretativo sobre simbolismo e dinâmica ritual elaborado por Victor Turner em Florestas de Símbolos (2005). O consumo de cinema numa conjuntura cineclubística propicia a criação de redes de sociabilidades ricas simbolicamente, instituindo formas de representação e de ações coletivas que assumem grande diversidade, fundada pelo modo como os agentes instituem socialmente suas relações, formas de produção, difusão de conhecimentos, os valores, crenças, conteúdos estéticos e diálogos intelectuais, estabelecendo vínculos entre os indivíduos e os meios sociais aos quais pertencem. Os cineclubes envolvem no seu interior pessoas diversas que se reúnem para ver, conhecer, discutir e em alguns casos produzir cinema. Essa heterogeneidade de público faz dessa atividade um espaço de múltiplas referências culturais onde a identidade local e suas representações dialogam com outras identidades, estabelecendo assim estruturas de convivência, regras e códigos simbólicos específicos, singulares, construindo uma cultura particular. A partir da descrição do ritual cineclubista compreendemos a forma como os seus agentes estabelecem relações entre si, nos códigos simbólicos utilizados, nos valores cultivados, nas demandas e reivindicações deste movimento cultural.
Cilada: a caminhada do Andarilho
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Michael Jackson by Alvaro Pereira Jr
ESCUTA AQUI - 29 JUNHO
Não vai haver ninguém como Michael Jackson
Quando Frank Sinatra morreu, em 98, houve quem dissesse que o século 20 acabava ali. Mas talvez não. Talvez tenha acabado só agora, no dia 25 de junho, quando o coração de Michael Jackson parou.
Nunca vai haver um astro como ele. Perto da dimensão de Michael, como artista e como celebridade bizarra, alguém como Justin Timberlake, para citar uma estrela dos tempos atuais, parece um monge budista. Sem graça nem "drive".
Jackson representa uma época que não volta. Foi o cara que vendeu dezenas de milhões de discos, que vivia como marajá pendurado na gravadora, que gastava zilhões para fazer um videoclipe.
Hoje, ninguém mais vende nada, as gravadoras não têm dinheiro para bancar maluco nenhum e qualquer câmera comprada na loja da esquina (mais softwares de pós-produção que podem custar nada) geram um videoclipe de primeira classe.
Os novos tempos foram cruéis para Michael. Ao mesmo tempo em que as vendas de CDs caíam para todo mundo, ele se afundava numa realidade paralela -uma espécie de Elvis negro, isolado, doente e improdutivo.
Como apontou o crítico Jon Pareles, do "New York Times", ele era um paradoxo: como criança, era um prodígio, um pequeno adulto. Como adulto, era infantilizado.
Compara-se muito Jackson a Elvis e a Madonna, mas ele ganha no cotejo. Porque era músico, produtor, artista multimídia e compositor. Não era um simples boneco que cantava o que os outros escreviam para ele.
Mas era também um alucinado de primeira ordem. Alguém com fragilidades físicas e psicológicas que afetaram diretamente a qualidade e a frequência de sua atividade artística. Aí, a comparação mais apropriada é com Brian Wilson, dos Beach Boys, também filho de pai tirano e músico frustrado.
Wilson, 67, está vivo, um zumbi de si mesmo. Jackson morreu antes de chegar a esse ponto.

















